quinta-feira, 28 de julho de 2011
Amizades que perduram :)
È muito bom perceber que, existem coisas que não se apagam, facilmente, da nossa vida. Falo daqueles amigos que por muita distância, por mais contactos espôradicos ou frequentes, continuam a ser, amigos de verdade.
Todos sabemos que existem pessoas que passam por nós com data de expiração(chamados por mim de: amigos com data de validade). A vida é feita em parte, pelas pessoas que passam por nós, mas são aquelas que permanecem, que lhe inspiram todo o sentido. Nada melhor do que ter alguém que te saiba dizer na cara, quando és um merdas, que te diga quando és brilhante (com toda a sinceridade)que saiba aquele truquezinho que te acalma, que saiba onde fica o teu verdadeiro ponto de combustão, que te protege, que te é leal, que te ampare as lágrimas, que saiba a palavra de conforto ideal, que reconheça os momentos em que deve estar ao teu lado, que saiba a fórmula secreta daquela gargalhada com sabor a rebuçado de morango, que seja teu amigo, na derradeira ascenção da palavra.
Eu tenho sorte, não tenho amigos perfeitos, claro, mas na sua imperfeição são feitos á minha medida. Cada um com o seu jeito e idiossincrasias peculiares, cada um com o seu lugar, cada um com o seu propósito, cada um com a sua distinção. Num todo, um balsâmo excelente, na minha jornada.
Amigos sem prazo de validade!
Isso, caros companheiros de viagem, é verdadeiramente PRICELESS!
Namaste :)
Todos sabemos que existem pessoas que passam por nós com data de expiração(chamados por mim de: amigos com data de validade). A vida é feita em parte, pelas pessoas que passam por nós, mas são aquelas que permanecem, que lhe inspiram todo o sentido. Nada melhor do que ter alguém que te saiba dizer na cara, quando és um merdas, que te diga quando és brilhante (com toda a sinceridade)que saiba aquele truquezinho que te acalma, que saiba onde fica o teu verdadeiro ponto de combustão, que te protege, que te é leal, que te ampare as lágrimas, que saiba a palavra de conforto ideal, que reconheça os momentos em que deve estar ao teu lado, que saiba a fórmula secreta daquela gargalhada com sabor a rebuçado de morango, que seja teu amigo, na derradeira ascenção da palavra.
Eu tenho sorte, não tenho amigos perfeitos, claro, mas na sua imperfeição são feitos á minha medida. Cada um com o seu jeito e idiossincrasias peculiares, cada um com o seu lugar, cada um com o seu propósito, cada um com a sua distinção. Num todo, um balsâmo excelente, na minha jornada.
Amigos sem prazo de validade!
Isso, caros companheiros de viagem, é verdadeiramente PRICELESS!
Namaste :)
sexta-feira, 18 de março de 2011
"Vambora"
Porque tudo o que eu quero, hoje, é que me entres pela porta agora, e que me digas que me adoras! Vejo em ti, uma história por começar.
Kaya´ss hopefull :)
Namaste
Kaya´ss hopefull :)
Namaste
quinta-feira, 17 de março de 2011
Diálogo de Vultos VI
O nome "Diálogo de Vultos" foi retirado de um poema do Fernando Ribeiro, chamado "Frenologia" Leiam que é muito bom. Achei apropriado pois este excerto faz parte de um diálogo entre 2 personagens sem nome, passado ou futuro. Apenas o presente! Neste caso concreto, é mais uma narrativa do dialogo anterior.
Hope you enjoy :)
"Ela caiu para trás, desamparada. Já nem conseguia chorar. Sentia-se pequena, patética e desprezível. Enroscou-se no chão e ali ficou. Parada no tempo, enquanto o ouvia arrumar o resto, das suas coisas. Ele, não olhou para ela, um segundo que fosse. Continuou na sua demanda, como se aquele cenário, não o afectasse. Na realidade, ele próprio, tinha a certeza que aquilo não o afectava. Sentia-se dormente. Morto de sentimentos. Seco de vida. O facto de a ter espezinhado, até mais não, dava-lhe uma sensação de alívio arrepiante. Sabia-a ali ao seu lado, mas tudo lhe parecia distante. Como se não fosse ele, o dono da sua sorte maldita. Como se não fosse ele, o culpado da sua não existência. E assim era, na verdade. Ninguém o podia culpar de sugar a essência de alguém, no qual não reconhecia, essência alguma. Se essa essência não existia, nunca que poderia ser dissolvida. Portanto, não havia problema nenhum em distanciar-se daquele cenário. Ela queria falar. Mas tinha medo. A sua elocução nunca seria mais aguda que, a dele. A sua capacidade de ferir alguém, por meio das palavras, era muito insonsa, em comparação, á dele. Por isso permaneceu calada. Ele agia como se ela não existisse. O melhor a fazer era alinhar no jogo.
Ele voltou-se, finalmente, para ela. Ela parecia serena, quase não respirava. Parecia morta, naquele momento. Apeteceu-lhe toma-la nos seus braços. Aninha-la no seu peito e fazê-la voltar, à vida. Vê-la assim, tão vulnerável, fê-lo querê-la, como nunca. Desprotegida, frágil, desamparada, vulnerável. Tão humana. Era como se, a visse, pela 1ª vez. Era como se só a conhecesse, realmente, naquele preciso momento. Ele sorriu por instantes. Ela nem desconfiava, que naquele momento, ele a amava de verdade! Pouco depois, ouviu os seus passos decididos. Ouvi-os distanciarem-se, cada vez mais, até se silenciarem. Durante alguns minutos, aquela casa, era silêncio. Ele, com a mão trémula, sobre a maçaneta. Ela, concentrada na sua hesitação."
Hope you enjoy :)
"Ela caiu para trás, desamparada. Já nem conseguia chorar. Sentia-se pequena, patética e desprezível. Enroscou-se no chão e ali ficou. Parada no tempo, enquanto o ouvia arrumar o resto, das suas coisas. Ele, não olhou para ela, um segundo que fosse. Continuou na sua demanda, como se aquele cenário, não o afectasse. Na realidade, ele próprio, tinha a certeza que aquilo não o afectava. Sentia-se dormente. Morto de sentimentos. Seco de vida. O facto de a ter espezinhado, até mais não, dava-lhe uma sensação de alívio arrepiante. Sabia-a ali ao seu lado, mas tudo lhe parecia distante. Como se não fosse ele, o dono da sua sorte maldita. Como se não fosse ele, o culpado da sua não existência. E assim era, na verdade. Ninguém o podia culpar de sugar a essência de alguém, no qual não reconhecia, essência alguma. Se essa essência não existia, nunca que poderia ser dissolvida. Portanto, não havia problema nenhum em distanciar-se daquele cenário. Ela queria falar. Mas tinha medo. A sua elocução nunca seria mais aguda que, a dele. A sua capacidade de ferir alguém, por meio das palavras, era muito insonsa, em comparação, á dele. Por isso permaneceu calada. Ele agia como se ela não existisse. O melhor a fazer era alinhar no jogo.
Ele voltou-se, finalmente, para ela. Ela parecia serena, quase não respirava. Parecia morta, naquele momento. Apeteceu-lhe toma-la nos seus braços. Aninha-la no seu peito e fazê-la voltar, à vida. Vê-la assim, tão vulnerável, fê-lo querê-la, como nunca. Desprotegida, frágil, desamparada, vulnerável. Tão humana. Era como se, a visse, pela 1ª vez. Era como se só a conhecesse, realmente, naquele preciso momento. Ele sorriu por instantes. Ela nem desconfiava, que naquele momento, ele a amava de verdade! Pouco depois, ouviu os seus passos decididos. Ouvi-os distanciarem-se, cada vez mais, até se silenciarem. Durante alguns minutos, aquela casa, era silêncio. Ele, com a mão trémula, sobre a maçaneta. Ela, concentrada na sua hesitação."
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